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quinta-feira, 19 de março de 2015

"Estórias Requinhas"

As turmas do 6ºB e 4º ano dos Foros, alu-nos da professora Madalena Furtado, assistiram à Hora do Conto, animado pela professora Fernanda Bacalhau, elemento do grupo  “Estórias Requinhashttps://pt-br.facebook.com/historiasrequinhas.

Desta feita, “Grufalão”, de Júlia Donaldson, foi o primeiro conto, no qual um pequeno ratinho com toda a sua criatividade e engenho, consegue superar todos os seus inimigos. Com o seu aliado, um monstro imaginário de aparência assustadora, a sua argumentação astuta e aproveitando-se dos medos dos seus predadores, conseguiu livrar-se deles. Juntos cantaram a cantiga do “Grufalão”, cientes que os nossos medos poderão ser ultrapassados com a astúcia e inteligência, sem recorrer à força física.

Como que por encanto, a “Requinha”, colocou o Avental Mágico, tendo saído daquele mundo cor-de-rosa, vários animais (dedoches) à procura do “Sabor da Lua”, que com um valioso trabalho de equipa chegaram a um consenso, relativamente ao que sabia.    







Sugestão de Leitura - Escritor do Mês

Aníbal Pires   


     ANIBAL DA CONCEIÇÃO PIRES, natural de Castelo Branco, professor na Escola Básica Integrada Canto da Maia – Ponta Delgada.
        Alguns dados curriculares:
        Licenciado em Ensino de Educação Tecnológica; Mestrado em Relações Interculturais (Política Intercultural); É Doutorando em Geografia Humana (Migrações Internacionais), no Depar-tamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Coordenador Regional do PCP Aço-res; Deputado do PCP na  ALRAA.




        No dia 26 de fevereiro pelas 14 horas, Aníbal Pires, que para além de poeta é professor e deputado, presenteou-nos com a sua presença, juntamente com a professora Ana Rita Afonso, para apresentar a sua obra “O outro lado”.
            Os alunos da turma A do 6º ano, decla-maram alguns dos poemas constantes nesta obra, tal como: “Insularidades”, ”Do tempo”, “Juntos na diferença”, “Não, ainda não”, “Momentos” e “Po-ente”. Após isso iniciou-se um pequeno debate com o escritor sobre os sentimentos subjacentes à criação dos mesmos.
         A professora e ilustradora, Ana Rita Afonso, acompanhou a turma na produção de aguarelas com algumas das  suas técnicas.
         Foi uma experiência poética e colorida!




terça-feira, 10 de março de 2015

Leitor do mês de fevereiro


Leonor Teixeira da Vunha - 4º C



Mafalda Machado Cândido - OPI C



Marlene Botelho Silva - 5º E



Vanessa de Lurdes Ferreira Silva - 6º F

Filmes

Os Três Porquinhos



A Bela e o Monstro



O Capuchinho Vermelho



O Patinho Feio

Leitor do Mês - Janeiro



Érica Travassos - 6º F




Diogo Benevides - 5º D



Gonçalo Sousa - 4º C



Diogo Costa - Uneca DOV C

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Concurso Chapéu Pensador - 1º classificado

Supõe que tens um chapéu pensador
quando o colocas na tua cabeça pareces um sonhador
esqueces a dor e tornas-te vencedor
Supõe que tens um chapéu pensador
quando o colocas na tua cabeça
tornas-te no Gabriel Salvador
Se eu tivesse um chapéu pensador via as grandezas do mar
daria a volta ao mundo no meu barco azulinho
voaria sobre as noites profundas
tiraria os males do mundo que seria um sítio melhor
faria com que toda a gente fosse livre e alegre
sem doença
sem guerras
sonharia!
faria com que toda a gente não fizesse mal aos animais, não os abandonassem
Sonharia a vida num mundo novo!


Sara Azevedo, n.º 20 - 6.ºA

Concurso Chapéu Pensador - 2º classificado

Numa quinta-feira de primavera, no dia 8 de julho, os meus amigos e amigas convidaram-me a experimentar o chapéu pensador.
  Já tinha ouvido muitos elogios sobre aquele chapéu e disse:
- Ok, vou experimentar este chapéu. Mas para ver se funcionava bem como dizem queria que me perguntassem várias coisas, está bem?
  E todos responderam em conjunto:
- Está bem!
  Quando pus o chapéu pensador na minha cabeça, a Rita perguntou quanto é 108+2001? E logo respondi:
- 2109. E então foram logo confirmar na máquina de calcular. Depois alguns colegas ficaram com dúvidas, que isto podia ser batota. E perguntaram:
- Quanto é 200 015+202 750?
- São 402 765. Ficaram surpreendidos, mas ainda havia alguns que não ficaram totalmente satisfeitos.
  Então o João fez-me mais uma proposta, quando já tinham feito mais de vez perguntas. Ficaram todos convencidos do chapéu pensador. Os professores ficaram a saber disto e fizeram uma reunião com a toda a escola.
  Quando chegou este dia, a primeira coisa que disseram foi que inventaram o chapéu pensador.
  Explicaram o que era o chapéu pensador e quando disseram que em todas as lojas se vendia o chapéu pensador todas as pessoas foram correndo comprá-lo. O chapéu pensador deu muito que falar e quem inventou o chapéu pensador ficou milionário. Eu também fiquei milionário, por o ter experimentado. E também porque eu é que divulguei pela escola a sua existência.
  E então todos viveram felizes sem se preocupar com os estudos.


Vanessa Travassos, n.º 18 5.º E