Numa quinta-feira de primavera,
no dia 8 de julho, os meus amigos e amigas convidaram-me a experimentar o
chapéu pensador.
Já tinha
ouvido muitos elogios sobre aquele chapéu e disse:
- Ok, vou experimentar este chapéu. Mas para ver
se funcionava bem como dizem queria que me perguntassem várias coisas, está
bem?
E todos
responderam em conjunto:
- Está bem!
Quando
pus o chapéu pensador na minha cabeça, a Rita perguntou quanto é 108+2001? E
logo respondi:
- 2109. E então foram logo confirmar na máquina
de calcular. Depois alguns colegas ficaram com dúvidas, que isto podia ser
batota. E perguntaram:
- Quanto é 200 015+202 750?
- São 402 765. Ficaram surpreendidos, mas ainda
havia alguns que não ficaram totalmente satisfeitos.
Então o
João fez-me mais uma proposta, quando já tinham feito mais de vez perguntas. Ficaram
todos convencidos do chapéu pensador. Os professores ficaram a saber disto e
fizeram uma reunião com a toda a escola.
Quando
chegou este dia, a primeira coisa que disseram foi que inventaram o chapéu
pensador.
Explicaram
o que era o chapéu pensador e quando disseram que em todas as lojas se vendia o
chapéu pensador todas as pessoas foram correndo comprá-lo. O chapéu pensador
deu muito que falar e quem inventou o chapéu pensador ficou milionário. Eu
também fiquei milionário, por o ter experimentado. E também porque eu é que
divulguei pela escola a sua existência.
E então
todos viveram felizes sem se preocupar com os estudos.
Vanessa Travassos, n.º
18 5.º E













